A geração rapidinha

O mundo de hoje é considerado um mundo fútil. Onde as pessoas vivem uma correria constante. Não tem mais tempo para dar um beijo na esposa, para sair para jantar com o marido, para brincar com os filhos, para visitar os pais, para sair com os amigos, para ir ao cinema, ler um bom livro ou até mesmo ver o pôr do sol. Vivemos a geração da rapidinha. Onde até o sexo se tornou algo fútil. Deixou de ser ato de amor, para se tornar uma rapidinha dentro do carro. As pessoas estão se esquecendo do que realmente torna alguém feliz. Alguns acham que dinheiro traz felicidade, mas talvez o dinheiro seja um ladrão, um ladrão de vidas. Rouba a juventude das pessoas e leva seus maiores sonhos embora. Ter um carrão, uma casa maravilhosa nem sempre faz com que alguém se sinta mais feliz. O sorriso de quem ganhamos sim traz felicidade, uma felicidade que não pode ser comprada ou vendida em lugar alguém. A vida é tão curta para se viver trabalhando e se esquecer do que realmente importa. Para que pensar no amanhã se podemos pensar no hoje? É nítido que nos últimos anos os casos de depressão no Brasil tem crescido de forma considerável e isso se deve ao fato de estarmos vivendo essa geração rapidinha, que não faz o que tem vontade mas o que imposto. Que abandonam seus sonhos e ideias por dinheiro, se vendem. Dinheiro pode comprar muitas coisas, muitos objetos, mas não pode comprar amizades verdadeiras, amores sinceros, sorrisos, não podem comprar felicidade. O amor ainda é o melhor remédio e a melhor recompensa que alguém pode obter. A geração rapidinha muitas vezes não para nem para se alimentar, para alimentar o corpo e também a alma. O ser humano está morrendo mesmo estando vivo. Sonhe, viva, seja feliz hoje e não adie para amanhã. Talvez esse amanhã pode não mais existir. Ser feliz é uma obrigação, para agradecer a dádiva divina que nos foi dada- a vida. Estar vivo é um presente que não tem preço. Ninguém compra uma vida perdida de volta. Se quiser ler mais sobre isso clique aqui