Microsoft destaca ciberataques como alerta para que governos aumentem segurança

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A partir do dia 12 de maio de 2017, sexta-feira atípica, uma onda de ataques cibernéticos, mais conhecidos como ‘ciberataques’, começou a atingir computadores em todo o planeta Terra, chegando essa lista a ultrapassar o montante de mais de 150 países.

Por conta disso, é que a respaldada Microsoft resolveu então alertar aos governos das diversas nações afetadas, num domingo de dia das mães, e dois dias após o início dessas invasões, sobre estarem esses países todos, até então, acumulando vulnerabilidades, evidenciadas então por conta do ciberataque em questão.

A percepção do presidente da Microsoft sobre os rumos da questão, a nível internacional

Para Brad Smith, atual presidente e diretor jurídico dessa grande empresa do ramo, os governos ao redor do planeta Terra têm como dever, indispensavelmente, tratar esse ciberataque em questão como um alerta, já que ele atingiu mais de 200 mil computadores em todo planeta, segundo estimativas até aquele momento. Na mesma publicação citada, ele ainda destacou ter sido esse o maior ataque de “ransomware” que já ocorreu na história da informática.

Assim, segundo Smith, quando em estado de vulnerabilidade, esses governos correm o risco de, para citar um exemplo, documentos sigilosos caírem nas mãos desses hackers mal intencionados, como ocorreu nos EUA, com a lista da NSA. O presidente da Microsoft ainda comparou a situação com um contexto bélico, onde os tais documentos roubados seriam como os mísseis Tomahawk.

Ainda nessa perspectiva mesma, concluiu ele a importância de que esses governos todos aplicassem regras, em relação ao ciberespaço, que se assemelhassem às comuns em casos de armas convencionais.

Uma pertinente proposta de integração internacional pela segurança no meio digital

Por fim, Brad Smith ainda quis ressaltar ser o interesse da empresa que preside, Microsoft, promover um equivalente, quanto a assunto do ‘mundo digital’, à Convenção de Genebra. Nessa, os governos dos diversos países poderiam então expor suas respectivas vulnerabilidades aos fornecedores, em relatos que serviriam, possivelmente, a outros países também.

Fariam isso ao invés de armazená-los, ou até mesmo tenderem a vender ou explorar os mesmos. Terminando seu texto, lembrou a necessidade de que os governos considerassem o prejuízo que havia sido causado, até então, aos civis, por conta dessas mesmas vulnerabilidades que a Microsoft alertou existirem enquanto potencialmente corrigíveis.