O futuro chegou: Impressão de tecidos orgânicos e fusão cérebro-maquina

Nos últimos anos muitos fatos dignos da ficção-cientifica vem se tornando realidade. No entanto novas afirmações por grandes empresas de tecnologia vem fazendo afirmações que podem influenciar a vida de pessoas comuns nos próximos anos.

Nos últimos dias de março de 2017 a empresa Organovo diz que em breve pode-se estar usando órgãos construídos por impressoras 3d em transplantes, como se isso por si só já não fosse uma notícia incrível, Elon Musk, um dos maiores nomes da tecnologia hoje, cria empresa para estudar conectar a mente humana à inteligência artificial. Pelo visto o futuro finalmente chegou.

Imprimindo tecidos orgânicos

 

A impressão de tecidos orgânicos de forma comercial ocorreu pela primeira vez em 2014, através da tecnologia de bioimpressão, para a produção de tecido capilar. No entanto a proposta da Organovo é algo que está além, a empresa pretende que até 2020 pacientes que precisam de transplante de fígado possam doar células saudáveis de seu órgão para a reprodução de tecido saudável através de impressão 3d.

A empresa antes já conseguiu, em pequena escala, replicar tecidos funcionais tanto de fígados, como também de rins humanos. Sua técnica já foi testada em ratos e agora pretendem logo quanto possível realizar o teste em humanos.

Tal avanço pode permitir que tecidos humanos sejam recriados para testes de novos medicamentos, o que eliminaria necessidade de testes em animais e diminuiria riscos de efeitos colaterais em humanos. E também permitir prolongar a vida de pessoas à espera de transplantes.

Inteligência artificial sob controle

O CEO da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, conhecido por seu investimento em grandes tecnologias como o de carros autônomos e elétricos, bem como em lançamentos de satélites e criar programas de passeios para fora do planeta. Musk é tido como um visionário da ciência e tecnologia, investindo milhões em suas empresas.

Em seu novo investimento Musk quer interligar o cérebro humano à inteligência artificial, ao menos é o que afirma ao lançar sua nova empresa de tecnologia a Neurolink.

O objetivo da empresa é estudar formas de aprimorar as capacidades cognitivas do ser humano a partir de dispositivos que possam ser implantados no cérebro.

A utilização de aparatos de tecnologia implantadas no cérebro já é uma realidade, ao menos em testes, para amenizar doenças degenerativas. No entanto a ideia do CEO da Tesla é evoluir a capacidade cognitiva humana a manter-se ao nível da evolução tecnológica das