Um distúrbio ainda pouco conhecido pela maioria da população, o Autismo atingi cerca de 2 milhões de pessoas no mundo

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O dia 2 de abril é uma data consagrada pela Organizações das Nações Unidas (ONU) desde 2008, e no mundo inteiro essas pessoas são lembradas. O objetivo da organização é que todas as pessoas, conheça mais a realidade de um Autista para que não aja mais discriminação, preconceitos e elas possam ser respeitadas na forma diferenciadas de viverem. Segundo dados da ONU, existem 2 milhões de pessoas no mundo diagnosticadas com autismo.

Existe uma grande dificuldade de diagnósticos para essas pessoas, pois os diagnósticos ainda não são realizados em laboratórios, com imagens como em muitos outros casos. Esse diagnóstico tem que ser dado através de anamnese, de muita conversa com os país, e sobre a investigação dos comportamentos que são muito típicos dessas pessoas.

O diagnóstico é o primeiro fator de dificuldade de lidar com o autismo, mas isso se estende na aplicação de políticas públicas, como a falta de escolas, a falta de conhecimento de muitos profissionais da saúde para lidar com essas pessoas, a sociedade entender que muitas vezes aquele sujeito diferente não esta fazendo birra, e sim, é um comportamento típico de quem tem autismo.

Existem graus diferente de sociabilização dos autistas, isso dificulta ainda mais o diagnóstico em muito casos, pois o transtorno do espectro do autismo, assim chamado, vai do mais severo, que são aquelas pessoas que têm dificuldade para fazer até o próprio asseio sozinhas, se alimentar, se vestir, com praticamente nada de comunicação. Existem outros casos de pessoas que são diagnosticadas quando já são indivíduos adultos, porque tiveram muitas dificuldades, mas não chegou a impossibilitá-los de trabalhar, estudar e não ficar dependente de outras pessoas.

Hoje com as campanhas públicas, começa-se a ter um conhecimento maior sobre o autismo e o quanto ele está presente em vários níveis de manifestação na sociedade. Existe um problema com relação ao grau quando é muito leve e existe uma pequena diferença de comportamento, pois quando criança, a pessoa acaba sofrendo muito “bullying” na escola, por ser diferente das outras crianças e acaba tendo outros comportamentos.

Não só as crianças, mas todas as pessoas com autismo crescem e continuam sofrendo discriminação, bullying, preconceitos pelas diferenças que demonstram em comparação aos hábitos e costumes, como estereotipias de balançar o corpo, ficar mexendo as mãos e outros aspectos que são característicos dos autistas.

O preconceito é causado, por falta de conhecimento e de mais esclarecimento sobre o assunto. A partir do momento que as famílias tomam conhecimento com as realizações de campanhas, as pessoas que não tem autismo, vão de fato poder trabalhar e aceitar melhor o mundo do autista com mais amor fraterno e passar a incluir mais os autistas na sociedade de um modo mais humano e realista.