JOSÉ AURIEMO NETO OFERECE LIDERANÇA PARA O CRESCIMENTO DA JHSF

Sendo a maior economia da América Latina, o Brasil tem seu setor imobiliário crescendo ano após ano. Aeroportos, apartamentos de luxo, condomínios residenciais fechados, hotéis 5 estrelas, hospitais modernos e shopping centers sofisticados aumentaram gradualmente no passado recente. As empresas imobiliárias no Brasil também aumentaram com o aumento da demanda no setor. Por mais que sejam, há uma empresa que domina o setor há mais de quatro décadas, e até cruzou fronteiras e dominou os mercados no bairro do Brasil. Essa empresa é conhecida como JHSF Participações SA, e é liderada por José Auriemo Neto, presidente e CEO.

A JHSF Participações SA identifica, planeja, desenvolve e gerencia projetos imobiliários de alto padrão no Brasil, Uruguai, El Salvador e nos Estados Unidos. Seu primeiro escritório foi aberto em São Paulo, Brasil, em 1972, e mais tarde a empresa abriu filiais no Rio de Janeiro e em Manaus. Para criar uma base forte nos Estados Unidos, possivelmente a maior economia do mundo, a JHSF Participações SA abriu dois escritórios no país – um em Miami e um em Nova York. A empresa também possui operações em Punta Del Este e San Salvador. A empresa emprega cerca de 5000 pessoas, sendo todas profissionais em diferentes disciplinas.

Um bom número de Shopping Centers, Fasano Hotel & Restaurantes e incorporações no Brasil são desenvolvidos pela JHSF Participações SA Além disso; A empresa foi contratada pelo governo para desenvolver um aeroporto moderno no país, um aeroporto que a empresa ainda administra. Inovação, qualidade, sofisticação e exclusividade definem projetos projetados ou executados pela JHSF. Ao longo dos anos, a JHSF ganhou reputação por identificar oportunidades não vistas por outras empresas do setor imobiliário e tirar o melhor proveito delas. Clique aqui para saber mais.

Alguns dos projetos notáveis ​​da JHSF incluem o Shopping Cidade Jardim, o Shopping Metrô Santa Cruz, o Shopping Bella Vista e o City Garden Corporate Center, em São Paulo, entre outros.

José Auriemo nasceu em São Paulo há 41 anos. Zeca, como seus amigos o chamam com carinho, assumiu a liderança da JHSF de seu pai, Fabio Auriemo, em 2003. Desde então, ele liderou a empresa para assumir a liderança no mercado imobiliário brasileiro.

O mundo da imaginação provocado pela esquizofrenia

A esquizofrenia é uma doença que ocorre quando a pessoa não consegue distinguir o que não é real, ou seja, ela vive sem saber se as coisas ao seu redor são reais, além de ter vozes em sua cabeça que não param de falar. Esse quadro aparentemente assustador é um transtorno mental que atinge uma em cada 100 pessoas em todo o planeta, sendo de forma igual entre homens e mulheres.

No Brasil, cerca de 1,6 milhões de pessoas sofrem de esquizofrenia, com um aumento de 50 mil novos casos a cada ano. O psiquiatra alemão Emir Kraeplin, no final do século XIX, classificou vários transtornos mentais, dando o nome de demência precoce a uma condição que causava alucinações, falta de concentração, compreensão e pensamentos, bem como ausência de afeição e outros sintomas.

No entanto, o termo esquizofrenia foi dado pelo psiquiatra suíço Eugen Bleuler, haja vista “esquizo” significar divisão e “phrenia” se referir a mente. Isto porque havia uma ruptura no pensamento, comportamento e nas emoções das pessoas afetadas. Outro ponto interessante no estudo de Bleuler foi a divisão dos sintomas deste transtorno mental em fundamentais (primários) e acessórios (secundários).

Os primeiros sintomas da esquizofrenia surgem entre o fim da adolescência e a idade adulta, sendo bastante comum ocorrer a primeira crise no sexo masculino. Cientistas ainda não sabem explicar quais fatores causam a doença, mas entendem que existe uma certa predisposição genética. Acredita-se, então, que para desenvolver a esquizofrenia é necessário ter uma certa tendência e estar exposto à fatores ambientais que desencadeiam os sintomas.

Dentre os fatores que podem desencadear a esquizofrenia, o abuso de drogas com efeitos psicóticos, como a maconha, cocaína e o LSD, quando seu uso se dá na adolescência em pacientes com predisposição para o transtorno, são cruciais para agravar o quadro. Contudo, apesar de ser considerada uma doença crônica, é possível ter o controle por meio de medicamentos, assim como atendimento psicológico, a fim de ressocializar o paciente. Para saber mais notícias sobre a esquizofrenia e como lidar com esse preocupante transtorno mental, clique aqui e confira uma matéria exclusiva acerca do assunto.

Os riscos da pré-eclâmpsia na gravidez, tanto para o bebê quanto para mãe

Atualmente, o índice de mortalidade ligado à pré-eclâmpsia no Brasil é de quase 65 óbitos maternos para cada 100 mil nascidos vivos, sendo considerado um número acima da meta firmada com a ONU – Organização das Nações Unidas – que é de 30 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos até o ano de 2030. Segundo informações do Ministério da Saúde, 20% desses casos estão relacionados com as doenças hipertensivas.

A pré-eclâmpsia é uma doença que pode aparecer tanto na gestação quanto no pós-parto, caracterizada por aumento da pressão arterial associado a alguma disfunção de órgãos (cérebro, fígado, rim) e presença de proteína na urina. Dessa forma, uma falha ocorre no momento em que a placenta penetra no útero materno e causa uma modificação dos vasos placentários, com o aumento da pressão e outras alterações.

A ginecologista e obstetra Fernanda Mauro, do Grupo Perinatal do Rio de Janeiro, explica que a causa dessa doença é desconhecida, porém multifatorial. Há fatores de risco para pacientes desencadearem essa doença, como pré-eclâmpsia na gestação passada, o Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 25, diabetes, hipertensão crônica, gestação múltipla, lúpus, histórico familiar, dentre outros.

Os sintomas acontecem, geralmente, a partir da 20ª semana de gestação, quando a placenta pode apresentar uma perda de função, além da retenção hídrica elevada do paciente. É comum também em pacientes que tem predisposição a trombose, conhecidas de trombofilias, como síndrome antifosfolípede, e nas mulheres com mutações que propiciam a coagulação do sangue, tendo o aumento do consumo de sódio um agravante.

Com efeito, mulheres que apresentaram pré-eclâmpsia na primeira gravidez, o risco diminui na segunda gestação se o pai for o mesmo, uma vez que surge uma adaptação imunológica da mãe ao DNA dele. No entanto, alerta-se que o aumento da pressão arterial antes das 20 semanas também já pode ser um sinal. A Universidade de Pittsburgh, nos EUA, realizou um experimento com mais de 8 mil mulheres e identificou que o risco aumentou em 42% entre aquelas que apresentaram pressão alta no primeiro trimestre da gestação.

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LG registra patente de um possível celular dobrável com caneta Stylus

A empresa de tecnologia LG ainda não apresentou uma versão de celular dobrável que chegue perto dos modelos Samsung Galaxy Fold ou do Huawei Mate X. Porém, isso está próximo de acontecer. De acordo com notícias divulgadas pela Let’s Go Digital, a LG registrou uma nova patente onde a empresa apresenta um smartphone flexível que possui caneta Stylus.

A Let’s Go Digital informou que a parente em questão foi registrada no dia 16 de outubro de 2018, através do KIPO (Instituto Coreano de Propriedade Intelectual). Segundo informações divulgadas pela Let’s Go Digital, a patente possui como características imagens de um smartphone dobrável e uma borda externa que poderá incluir câmera tripla.

Ao que tudo indica, o modelo registrado pela LG é bastante parecido com um smartphone dobrável da Xiaomi, que também não foi oficialmente apresentado, mas que já apareceu em alguns vídeos da fabricante onde as bordas podem ser dobradas para trás. Já em comparação com o Galaxy Fold e o smartphone Mate X, o modelo da LG não possui grandes semelhanças, considerando que esses dois modelos podem ser dobrados ao meio.

Outro detalhe que merece destaque dessa nova versão registrada pela LG é que o smartphone apresenta a caneta Stylus, que é um tipo de novidade aplicada especialmente as telas dobráveis devido as interações especiais que essa linha de smartphones oferece.

Infelizmente não há informações extras sobre o smartphone, até mesmo porque a LG não confirmou que lançará um celular dobrável. Todas as informações disponíveis até o momento são de que a empresa registrou uma patente com imagens conceituais, que mostram claramente a função dobrável no novo modelo de smartphone. Já na opinião da Gizchina, é de se esperar que a LG apresente um smartphone deste tipo até o ano de 2020. Por isso, há grande expectativa de que o modelo registrado seja de fato o primeiro smartphone dobrável da LG. Há ainda especulações de que o modelo seja apresentado durante a IFA 2019, que é o evento de tecnologia relacionado as novidades de smartphones em todo o mundo. Caso a confirmação não ocorra neste ano, o lançamento poderá ser oficializado através da MWC ou CES 2020.

Abóboras gigantes colhidas na Bahia chamam a atenção de produtores da região

Duas gigantes abóboras colhidas na cidade de Valença, Bahia, têm chamado muito a atenção dos agricultores em notícias recentes. As duas abóboras cultivadas pelo agricultor José Amaro Filho pesam juntas 29 quilos e todo o processo de cultivo foi feito de forma orgânica. A abóbora maior mede 84 centímetros com o peso de 14 Kg. Já a abóbora menor é mais pesada, medindo 73 centímetros e pesando 15 kg. O agricultor conhecido como Zé Amaro conta que não foi utilizado nenhum produto químico nas abóboras e não foi dado nenhum tratamento especial a elas.

As duas abóboras são de uma primeira colheita de uma aboboreira plantada no sítio do agricultor no sul da Bahia recentemente. As abóboras foram colhidas no dia 1º de setembro de 2019 e ainda não foram consumidas pela família do agricultor, que pretende esperar até o último momento possível para degustar os dois frutos antes que eles estraguem. Enquanto isso, Zé Amaro e sua família vão tirando fotos e mantendo as duas abóboras em cima de uma cama para não sofrerem com nenhum tipo de perturbação.

Além das duas abóboras colhidas por Zé Amaro, o agricultor junto com sua família também cultiva outras culturas de alimentos, como banana e cacau. Toda essa produção é feita com foco no comércio dos alimentos na região e são alimentos cultivados todos de forma orgânica. Essa é a primeira vez que a o agricultor e sua família relatam que colheram frutos bem acima da média como as duas abóboras. Porém, não é nenhum espanto para a família de agricultores manter um padrão de qualidade nos alimentos orgânicos cultivados.

Esse episódio vivenciado no sítio de Zé Amaro ilustra como a cultura orgânica pode ser benéfica em diversos sentidos, contrariando a indústria dos agrotóxicos e fertilizantes que estimulam e até obrigam os agricultores a utilizar esses produtos químicos para terem uma boa colheita. O agricultor relata que todos os vegetais plantados no sítio sempre chamam a atenção pela saúde e qualidade na hora da colheita. De acordo com o professor Jackson, do DCHT (Departameto de Ciências Humanas e Tecnologias) da Uneb (Universidade Estadual da Bahia), localizada em Euclides Cunha, “não é comum, mesmo com o cultivo orgânico, a colheita de abóboras como as duas que foram colhidas no sítio do José Amaro, ainda mais quando são alimentos produzidos para a venda”.

Retrospecto de vendas de veículos é ruim em agosto de 2019, informa Fenabrave

De acordo com novas notícias que revelam o retrospecto de vendas de carros novos e semi-novos no Brasil, o mercado de veículos passou a dar sinais de queda diante do último levantamento realizado. O patamar de vendas de veículos no Brasil fechou o mês de agosto deste ano em queda de 2,25%, número de vendas abaixo do registrado no mesmo período no ano passado.

No período analisado este ano, foram emplacados 243 mil automóveis entre picapes, caminhões, furgões e ônibus. Todos os dados sobre o retrospecto demonstrado pelo mercado de venda de veículos foram lançados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos), representante oficial de todas as concessionárias no Brasil. No acumulado de vendas deste ano, o número de vendas de veículos teve uma alta de 9,93% em comparação com os mesmos oito meses de 2018. O número no acumulado de vendas este ano atingiu a casa dos 1,79 milhão de unidades vendidas. Esse ainda é um bom retrospecto e não aponta um declínio real no retrospecto de vendas de veículos no Brasil de janeiro a agosto deste ano.

O menor número de vendas observado em agosto deste ano teve forte influência da pouca procura por veículos e também pelos comerciais leves. Quando somados, os emplacamentos realizados nos dois segmentos apresentaram queda de 3,53% em agosto deste ano na comparação realizada com o mesmo período no ano passado. Nos últimos meses, as vendas de veículos novos vinha seguindo forte com a entrega de veículos feita diretamente para empresas frotistas.

As vendas de caminhões continuam aquecidas no período avaliado pela Fenabrave. Houve elevação no número de unidades licenciadas de 28,78% quando comparado com o mês de agosto do ano passado. Já no acumulado deste ano, o retrospecto de vendas de caminhões encontra-se 40,92% acima do retrospecto observado no mesmo período em 2018. Os veículos de carga são a base de comparação, e mesmo com o retrospecto acima do visto no ano passado, os especialistas apontam que o número de vendas este ano não foi afetado pela greve dos caminhoneiros como foi no ano passado.

Queda consecutiva na produção industrial em julho deste ano é a pior em 4 anos

A produção industrial em todo o Brasil apresentou queda de 0,3% no mês de julho de 2019 diante da comparação com o mês de junho deste ano. Os dados foram analisados e divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em notícias recentes no dia 3 de setembro de 2019. Essa é a terceira queda mensal consecutiva e um dos piores resultados do setor observados desde 2015. Na série de ajuste sazonal iniciada em 2015, o retrospecto da indústria brasileira teve uma queda de (-1,8%).

Quando são comparados o mês de julho deste ano com o mesmo mês do ano passado, o recuo observado foi maior e ficou na casa dos 2,5%. Independente de ser na comparação mensal ou na anual, o IBGE apontou números negativos em julho deste ano. Segundo analistas da Reuters, as projeções eram de uma alta bem leve de 0,3% na comparação junho/julho deste ano, com queda de 1,3% em relação na comparação anual.

No acumulado do ano, a variação da economia no setor da indústria atingiu 1,7%. No período dos últimos 12 meses, o retrospecto da produção industrial aponta mais perda, passando de (-0,8%) em junho para 1,3% no mês de julho deste ano. Desta forma, a trajetória de queda que teve início em julho do ano passado manteve-se no mesmo ritmo até o mesmo mês este ano. Com esse péssimo retrospecto de julho, a indústria em todo o país segue abaixo dos 18,3% do nível mais alto registrado pelo indicador em maio de 2011.

“Se observarmos como foi o final do ano de 2008, um ano marcado por uma crise na economia global, o retrospecto da indústria brasileira esteve abaixo do patamar de produção esperado. Com o resultado observado em julho de 2019, o Brasil retroage para o mesmo contexto”, afirma André Macedo, gerente de pesquisa do IBGE.

De acordo com a pesquisa do instituto, foram 11 dos 26 ramos da indústria que tiveram queda de produção em julho deste ano, diante de um recuo em 17 setores no mês de junho. Ou seja, houve um aumento significativo na produção de mais setores em julho de 2019. “Neste caso, o que há de controverso neste resultado é o fato de que a concentração do recuo ficou maior em julho deste ano, fazendo com que a elevação da produção não sustentasse números significativos”, afirma Macedo.