Retrospecto de vendas de veículos é ruim em agosto de 2019, informa Fenabrave

De acordo com novas notícias que revelam o retrospecto de vendas de carros novos e semi-novos no Brasil, o mercado de veículos passou a dar sinais de queda diante do último levantamento realizado. O patamar de vendas de veículos no Brasil fechou o mês de agosto deste ano em queda de 2,25%, número de vendas abaixo do registrado no mesmo período no ano passado.

No período analisado este ano, foram emplacados 243 mil automóveis entre picapes, caminhões, furgões e ônibus. Todos os dados sobre o retrospecto demonstrado pelo mercado de venda de veículos foram lançados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos), representante oficial de todas as concessionárias no Brasil. No acumulado de vendas deste ano, o número de vendas de veículos teve uma alta de 9,93% em comparação com os mesmos oito meses de 2018. O número no acumulado de vendas este ano atingiu a casa dos 1,79 milhão de unidades vendidas. Esse ainda é um bom retrospecto e não aponta um declínio real no retrospecto de vendas de veículos no Brasil de janeiro a agosto deste ano.

O menor número de vendas observado em agosto deste ano teve forte influência da pouca procura por veículos e também pelos comerciais leves. Quando somados, os emplacamentos realizados nos dois segmentos apresentaram queda de 3,53% em agosto deste ano na comparação realizada com o mesmo período no ano passado. Nos últimos meses, as vendas de veículos novos vinha seguindo forte com a entrega de veículos feita diretamente para empresas frotistas.

As vendas de caminhões continuam aquecidas no período avaliado pela Fenabrave. Houve elevação no número de unidades licenciadas de 28,78% quando comparado com o mês de agosto do ano passado. Já no acumulado deste ano, o retrospecto de vendas de caminhões encontra-se 40,92% acima do retrospecto observado no mesmo período em 2018. Os veículos de carga são a base de comparação, e mesmo com o retrospecto acima do visto no ano passado, os especialistas apontam que o número de vendas este ano não foi afetado pela greve dos caminhoneiros como foi no ano passado.

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