Abóboras gigantes colhidas na Bahia chamam a atenção de produtores da região

Duas gigantes abóboras colhidas na cidade de Valença, Bahia, têm chamado muito a atenção dos agricultores em notícias recentes. As duas abóboras cultivadas pelo agricultor José Amaro Filho pesam juntas 29 quilos e todo o processo de cultivo foi feito de forma orgânica. A abóbora maior mede 84 centímetros com o peso de 14 Kg. Já a abóbora menor é mais pesada, medindo 73 centímetros e pesando 15 kg. O agricultor conhecido como Zé Amaro conta que não foi utilizado nenhum produto químico nas abóboras e não foi dado nenhum tratamento especial a elas.

As duas abóboras são de uma primeira colheita de uma aboboreira plantada no sítio do agricultor no sul da Bahia recentemente. As abóboras foram colhidas no dia 1º de setembro de 2019 e ainda não foram consumidas pela família do agricultor, que pretende esperar até o último momento possível para degustar os dois frutos antes que eles estraguem. Enquanto isso, Zé Amaro e sua família vão tirando fotos e mantendo as duas abóboras em cima de uma cama para não sofrerem com nenhum tipo de perturbação.

Além das duas abóboras colhidas por Zé Amaro, o agricultor junto com sua família também cultiva outras culturas de alimentos, como banana e cacau. Toda essa produção é feita com foco no comércio dos alimentos na região e são alimentos cultivados todos de forma orgânica. Essa é a primeira vez que a o agricultor e sua família relatam que colheram frutos bem acima da média como as duas abóboras. Porém, não é nenhum espanto para a família de agricultores manter um padrão de qualidade nos alimentos orgânicos cultivados.

Esse episódio vivenciado no sítio de Zé Amaro ilustra como a cultura orgânica pode ser benéfica em diversos sentidos, contrariando a indústria dos agrotóxicos e fertilizantes que estimulam e até obrigam os agricultores a utilizar esses produtos químicos para terem uma boa colheita. O agricultor relata que todos os vegetais plantados no sítio sempre chamam a atenção pela saúde e qualidade na hora da colheita. De acordo com o professor Jackson, do DCHT (Departameto de Ciências Humanas e Tecnologias) da Uneb (Universidade Estadual da Bahia), localizada em Euclides Cunha, “não é comum, mesmo com o cultivo orgânico, a colheita de abóboras como as duas que foram colhidas no sítio do José Amaro, ainda mais quando são alimentos produzidos para a venda”.

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